Passos silenciosos em direção à tua porta. Vento gelado que a alma corta. Um desfecho trágico? Já não importa.
Já fui muito grata. Por ti? Me tornei sensata. Não queria sua morte. Felizmente nunca tive sorte.
Poder de minha mente? Talvez... ou somente fruto de minha inlucidez? Meus demônios o rodeiam, mas não é amor macabro. Já fui crente de mim mesma... e meu ego ainda é sacro.
Aline L. Valença
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
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