Selvageria urbana
Violência profana
Prepotência tirana
Uma alma desumana
O que é o modismo?
Cérebros feitos de capitalismo? Ou quem sabe um paradoxo do socialismo?
E o que é o social?
Tu viveres consumindo como um animal?
Onde está a sua moral?
Todo mundo aparece morrendo na manchete do jornal, a maioria pelo mesmo motivo: o dinheiro.
O dinheiro está na moda e o modismo é foda
Séculos e séculos em discussão, em busca de consolidação.
Isso acaba com as pessoas
E tu ajudas na perversão
E nem sabe...
Não seria melhor pensar em um todo antes que a tua vida acabe?
Aline Valença
domingo, 10 de janeiro de 2010
Castelos e sonhos
Uma doce voz tende a me chamar a todo momento, nesse meu castelo cheio de arrependimento
Castelos e sonhos, castelo dos meus sonhos, castelo de alegria, castelo de energia, também castelo de cimento, ou castelo de lamento
Lamento, meu castelo desmoronou
Cimento, se destruirá
Energia, se refará
Alegria, me retornará
Meu sonho, se realizará
Castelos e sonhos e todo o mundo se acabará
E a doce voz, sempre irá me chamar.
Aline Valença
Castelos e sonhos, castelo dos meus sonhos, castelo de alegria, castelo de energia, também castelo de cimento, ou castelo de lamento
Lamento, meu castelo desmoronou
Cimento, se destruirá
Energia, se refará
Alegria, me retornará
Meu sonho, se realizará
Castelos e sonhos e todo o mundo se acabará
E a doce voz, sempre irá me chamar.
Aline Valença
Nara
Como a noite, és bela
Noite fria, maravilha singela
Com amor e carinho escrevo à ti, que cuida de mim desde que nascí
Me amamentou, embalou e cuidou, até nas noites mais chorosas me aturou
E hoje crescí, mas dos teus carinhos jamais esquecí
Queria sempre ao teu lado estar, mas a eternidade jamais permitirá
Então lhe deixo essas palavras, talvez não muito bonitas, mas com certeza, com todo o amor escritas
Obrigada, mamãe, por toda a paciência e saibas que te carregarei por toda a minha existência.
À mamãe.
Aline Valença
Noite fria, maravilha singela
Com amor e carinho escrevo à ti, que cuida de mim desde que nascí
Me amamentou, embalou e cuidou, até nas noites mais chorosas me aturou
E hoje crescí, mas dos teus carinhos jamais esquecí
Queria sempre ao teu lado estar, mas a eternidade jamais permitirá
Então lhe deixo essas palavras, talvez não muito bonitas, mas com certeza, com todo o amor escritas
Obrigada, mamãe, por toda a paciência e saibas que te carregarei por toda a minha existência.
À mamãe.
Aline Valença
sábado, 9 de janeiro de 2010
Infância
Tudo é bonito, lindo
Brincar e brincar, viver se divertindo
A infância é maravilha, perfeição e família
Quem não teve é amargo, concreto, talvez desejara viver em algum lugar deserto
É a infância que constrói o adulto, faz com que aceite ou não um insulto
Infância pode ser o pior, ou o melhor, depende de um sentimento maior
O sentimento de gratidão ou ingratidão
Aquele que desde criança tu carregas em teu coração.
Aline Valença
Brincar e brincar, viver se divertindo
A infância é maravilha, perfeição e família
Quem não teve é amargo, concreto, talvez desejara viver em algum lugar deserto
É a infância que constrói o adulto, faz com que aceite ou não um insulto
Infância pode ser o pior, ou o melhor, depende de um sentimento maior
O sentimento de gratidão ou ingratidão
Aquele que desde criança tu carregas em teu coração.
Aline Valença
Tempestade
Sentada aqui fora
Sinto pingos gelados e gostosos tocarem minhas pernas nuas
A brisa também gélida batendo em meus cabelos
Percebo tudo isso em meus arrepiados pêlos
O frio quase toma conta de meu corpo entorpecido pela emoção de isso poder presenciar
Esse momento tão bonito, vento e chuva a dominar
Dominar esse espaço, com suas nuvens, sublime abraço
Abraço sobre a humanidade e sobre tudo que existe
Olho para o céu, nuvens negras a acizentadas
Se revezando entre gotas leves e até mais pesadas
Golpeando generosamente meu corpo a hesitar, hesitar essas palavras, minha mão tremendo está
Agora já vou parando, a chuva está a aumentar
Em meu papel molhado, esse poema irá ficar.
Aline Valença.
Sinto pingos gelados e gostosos tocarem minhas pernas nuas
A brisa também gélida batendo em meus cabelos
Percebo tudo isso em meus arrepiados pêlos
O frio quase toma conta de meu corpo entorpecido pela emoção de isso poder presenciar
Esse momento tão bonito, vento e chuva a dominar
Dominar esse espaço, com suas nuvens, sublime abraço
Abraço sobre a humanidade e sobre tudo que existe
Olho para o céu, nuvens negras a acizentadas
Se revezando entre gotas leves e até mais pesadas
Golpeando generosamente meu corpo a hesitar, hesitar essas palavras, minha mão tremendo está
Agora já vou parando, a chuva está a aumentar
Em meu papel molhado, esse poema irá ficar.
Aline Valença.
Angelicais
Estes seres tão ingênuos
De olhares tão sublimes
Nos fazem pensar na razão de tantos crimes
São seres iluminados com a graça de ser criança
Que em um simples gesto nos enchem de esperança
Mas existem adultos maldosos que estão nos empurrando para o fim
E por isso lhes pergunto: 'Por que tem que ser assim?'
Se criança é futuro, oportunidade e compreensão, não deveríamos pensar nelas com o coração?
Não precisamos de luxo para cuidar de uma criança, pois elas não pedem nada demais
Elas precisam é de carinho e atenção
Pois são criaturas angelicais.
Aline Valença
De olhares tão sublimes
Nos fazem pensar na razão de tantos crimes
São seres iluminados com a graça de ser criança
Que em um simples gesto nos enchem de esperança
Mas existem adultos maldosos que estão nos empurrando para o fim
E por isso lhes pergunto: 'Por que tem que ser assim?'
Se criança é futuro, oportunidade e compreensão, não deveríamos pensar nelas com o coração?
Não precisamos de luxo para cuidar de uma criança, pois elas não pedem nada demais
Elas precisam é de carinho e atenção
Pois são criaturas angelicais.
Aline Valença
Jovens do futuro - Qual é a moral?
Muros cobertos de suave tristeza, menosprezando o futuro com tamanha leveza
Desconhecendo os padrões da verdadeira certeza, é o futuro do país e seus jovens de alma presa
Considerando o prazer de um simples momento
Mas achando que exitam só pelo lamento
E são só muitas almas realmente pobres de conhecimento
O jovem pensa, ou não pensa, ou pensa besteira que não compensa.
Então arrisca! Veja! Consiga ou esqueça!
Como você quer que essa criança cresça?!
Se tiveres que doutrinar, doutrine. Se tiveres que ensinar, que ensine, só não deixe que a raça de acabe somente pelo que a reprime.
Você é muito mais do que isso!
Somos muito mais do que isso!
Juntos venceremos, mas separados perderemos, é a dura realidade de quem se importa de verdade
Se não estamos juntos, qual é a moral? Vivermos nos fudendo em um grande motel global?
Por isso honra tua gana, chuta a porta de quem te engana e mostra como é ser alguém legal.
Pois legal não é aquele que se rende, mas aquele que sabe fazer o começo do final.
Aline Valença
Desconhecendo os padrões da verdadeira certeza, é o futuro do país e seus jovens de alma presa
Considerando o prazer de um simples momento
Mas achando que exitam só pelo lamento
E são só muitas almas realmente pobres de conhecimento
O jovem pensa, ou não pensa, ou pensa besteira que não compensa.
Então arrisca! Veja! Consiga ou esqueça!
Como você quer que essa criança cresça?!
Se tiveres que doutrinar, doutrine. Se tiveres que ensinar, que ensine, só não deixe que a raça de acabe somente pelo que a reprime.
Você é muito mais do que isso!
Somos muito mais do que isso!
Juntos venceremos, mas separados perderemos, é a dura realidade de quem se importa de verdade
Se não estamos juntos, qual é a moral? Vivermos nos fudendo em um grande motel global?
Por isso honra tua gana, chuta a porta de quem te engana e mostra como é ser alguém legal.
Pois legal não é aquele que se rende, mas aquele que sabe fazer o começo do final.
Aline Valença
Luar
Doa a quem doer, como está deixa estar
Apenas quero me banhar nesse abençoado luar
Se contigo já não estar, não quero mais chorar
Não há espaço pra discórdias
Vou ecoando meu cantar
Cantar tão humilde de expressão tão serena, pois daqui de baixo a lua parece tão pequena
Tão cheia de beleza, tristeza ou saudade, assim como meu cantar, és bela com humildade
E aqui estou eu, abaixo de ti a cantar
Te fazendo, ó lua, majestade e me encantando com teu luar.
Aline Valença
Apenas quero me banhar nesse abençoado luar
Se contigo já não estar, não quero mais chorar
Não há espaço pra discórdias
Vou ecoando meu cantar
Cantar tão humilde de expressão tão serena, pois daqui de baixo a lua parece tão pequena
Tão cheia de beleza, tristeza ou saudade, assim como meu cantar, és bela com humildade
E aqui estou eu, abaixo de ti a cantar
Te fazendo, ó lua, majestade e me encantando com teu luar.
Aline Valença
Nudez
Debaixo dessas roupas
Desses pedaços de pano a te cobrir
Quando sentes mais calor
Te vejo como uma porta a se abrir
Nessa doce respiração, e pele branca como a lua
Deliciosamente te contemplar completamente nua
Nesse poema, talvez deleite de um pervertido
Desiludo canalhamente com um golpe invertido
Não estou só a falar-lhes da nudez do envolvimento
Pois mais nua é a pessoa vazia de pensamento
Como disse, isso inverte, realmente inverte
Pois os trapos que cobrem o corpo, a muito nos submete
Mas a falta de pensamento, sentimento ou envolvimento
Como um golpe fulminante nos destrói em um momento.
Aline Valença
Desses pedaços de pano a te cobrir
Quando sentes mais calor
Te vejo como uma porta a se abrir
Nessa doce respiração, e pele branca como a lua
Deliciosamente te contemplar completamente nua
Nesse poema, talvez deleite de um pervertido
Desiludo canalhamente com um golpe invertido
Não estou só a falar-lhes da nudez do envolvimento
Pois mais nua é a pessoa vazia de pensamento
Como disse, isso inverte, realmente inverte
Pois os trapos que cobrem o corpo, a muito nos submete
Mas a falta de pensamento, sentimento ou envolvimento
Como um golpe fulminante nos destrói em um momento.
Aline Valença
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