Domínios lascivos me rodeiam, nas tristezas ocultas minhas lágrimas passeiam
O sonho inocente me foi retirado
Olhos de uma criança com seu brilho roubado
Comigo levo a certeza da vida após a morte. Pois se por dentro morri, agora renasço mais forte
Sua ironia não me abala, agora nem jamais
És tão fraco, como o sangue de vossos "belos" mortais
Assim todos somos, certamente ou talvez
Mortos na vida, vivos na morte outra vez
Egoísmos à parte, vou-lhes agora contar: brindemos à humanidade, antes dela se acabar
Sigamos em frente, breves parceiros, o bem corre em nossas veias, mas o mal nos torna inteiros
Pelas frestas da janela, vejo raios do luar. O bem e o mal se unem, para minh'alma abraçar.
Aline Valença
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Isabel
Jardim de duas rosas chamadas de Isabel
Uma encanta aqui juntinho, outra encanta lá no céu.
O amor sempre é válido de geração em geração
Passe o tempo que for, ele segue no coração.
Selva de feras pra uns, lindo jardim pra outros
Isabel é oração entre encontros e desencontros.
E se acaba por aqui o que ainda não começou
Quem não conhece vai amar, quem conheceu se apaixonou.
(Para vovó e priminha ♥)
Aline L. Valença
Uma encanta aqui juntinho, outra encanta lá no céu.
O amor sempre é válido de geração em geração
Passe o tempo que for, ele segue no coração.
Selva de feras pra uns, lindo jardim pra outros
Isabel é oração entre encontros e desencontros.
E se acaba por aqui o que ainda não começou
Quem não conhece vai amar, quem conheceu se apaixonou.
(Para vovó e priminha ♥)
Aline L. Valença
Sou.
Sou alguém no interior de mim a me observar.
Alguém que se apavora, ri e chora sem cansar.
Me julgo pelos meus atos, mas já não me abalam esse fatos.
A insanidade é o que há!
No presente ou no passado, o futuro nunca esteve guardado, e é agora que deve começar.
Aline L. Valença
Alguém que se apavora, ri e chora sem cansar.
Me julgo pelos meus atos, mas já não me abalam esse fatos.
A insanidade é o que há!
No presente ou no passado, o futuro nunca esteve guardado, e é agora que deve começar.
Aline L. Valença
Devaneios...
Passos silenciosos em direção à tua porta. Vento gelado que a alma corta. Um desfecho trágico? Já não importa.
Já fui muito grata. Por ti? Me tornei sensata. Não queria sua morte. Felizmente nunca tive sorte.
Poder de minha mente? Talvez... ou somente fruto de minha inlucidez? Meus demônios o rodeiam, mas não é amor macabro. Já fui crente de mim mesma... e meu ego ainda é sacro.
Aline L. Valença
Já fui muito grata. Por ti? Me tornei sensata. Não queria sua morte. Felizmente nunca tive sorte.
Poder de minha mente? Talvez... ou somente fruto de minha inlucidez? Meus demônios o rodeiam, mas não é amor macabro. Já fui crente de mim mesma... e meu ego ainda é sacro.
Aline L. Valença
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